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Publicado por Grupo SERES

Por que apostar na diversidade de funcionários?


O Brasil é um país com uma cultura extremamente diversificada desde sua colonização e, além do fator histórico de construção do país, o desenvolvimento trouxe ainda mais diversidade. A liberdade de expressão, hoje, permite que as pessoas se posicionem mais com relação à política, à defesa dos direitos, gostos, estilos, ou mesmo com relação à orientação sexual. Mas diversidade, no contexto empresarial, não quer dizer somente ter funcionários de diferentes etnias, gêneros, orientação sexual, crença ou faixa etária. A ideia é também ter, neste contexto, pessoas com diversas visões e opiniões sobre o mundo.

Em uma pesquisa feita em 2015 pela Forbes, a maioria das empresas consultadas concordou que a diversidade é crucial para promover inovação no trabalho. Além disso, a organização que investe na diversidade entre seus funcionários consegue demonstrar que entende a importância do respeito e da valorização da individualidade de cada pessoa. Essa pluralidade ainda traz enriquecimento cultural, e as diferentes visões e ideias podem ser úteis na hora de encontrar soluções para os problemas cotidianos – que talvez não fossem possíveis se todos tivessem vivências parecidas.

Como um exemplo, uma agência de publicidade pode evitar que uma campanha seja lançada com frases de cunho sexista ou que passem uma interpretação machista caso tenha na equipe mulheres e homossexuais que também sejam ouvidos. Um ambiente de trabalho acolhedor, com espaço para diferentes visões em prol do mesmo objetivo contribui para melhores resultados. Consequentemente, contribui para colaboradores mais motivados, dispostos na realização de suas atividades e sem intenção de deixar a empresa.

Em se tratando de conflitos, a diversidade também é importante. Quando funcionários compreendem o espírito da diversidade da empresa e do respeito como essencial para a boa convivência, pode ser mais fácil lidar com divergências e as diferenças de opinião não irão desencadear desentendimentos ou atritos. A política de tolerância e empatia estimula a capacidade de ouvir e de encontrar acordo. E as discussões podem ser vistas como estímulos para a formação de uma cooperação.

Em resumo: o mundo tem evoluído, todos os setores da sociedade estão procurando enxergar as mesmas questões por diferentes ângulos e as empresas precisam acompanhar esse movimento. Apostar na diversidade, com funcionários com padrões comportamentais divergentes, mas complementares, é fundamental. Pode ser encarado como um excelente combustível para o crescimento e inovação da organização e da relação entre os funcionários.

É importante ter consciência de que o início pode ser complicado. Por isso, é preciso sair o quanto antes da “zona de conforto”. Para um gestor, por exemplo, é ideal deixar de só cobrar resultados melhores e desenvolver formas de conseguir o mesmo dentro de um contexto mais abrangente e agregador.

Fontes:
RH Portal
Endomarketing TV
Kenoby

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