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Publicado por Grupo SERES

Por que ver sua equipe como pessoas (e não números) pode influenciar nos resultados da sua empresa?


Um dos jargões mais antigos no meio empresarial é “vestir a camisa da empresa”. Mas como cativar sua equipe para que ela se torne um “torcida organizada” do seu negócio? Cumprir as responsabilidades estabelecidas na contratação ou designar ao RH qualquer ação referente à relação entre contratante e contratados não é o suficiente para motivar os funcionários. Em uma época de atendimento humanizado nos hospitais, de serviços que tratam de forma personalizada seus clientes, por que não olhar com mais atenção o seu público interno? Ele influi muito nos resultados que sua empresa pode obter, além de, quando motivado, se tornar um divulgador do seu empreendimento.

Uma pesquisa feita pelo Linkedin com cerca de 14 mil profissionais em mais de 20 países, em abril deste ano, apontou que 90% dos funcionários estão dispostos a mudar de empregos. Além disso, o estudo relata que salário, plano de carreira e ambiente de trabalho são questões primordiais na escolha da pessoa por determinada oportunidade. Com esta proporção tão grande de funcionários dispostas a buscar novos ares profissionais, como reter aquele empregado fundamental para a sua empresa? Ou como tornar aquele funcionário desmotivado um membro exemplar da sua equipe? Ter um processo integrado e consistente desde a contratação até a manutenção da pessoa na equipe, que perpasse também por observar as necessidades e qualidades do funcionário, valorizando seus aspectos positivos e auxiliando no aprimoramento das características que precisam ser mais desenvolvidas São aspectos importantes para “fidelizar” os membros do seu “time”.

Saber lidar com o lado emocional, reconhecendo não só o resultado alcançado, como também o empenho e dedicação do funcionário, também é muito importante. Você não precisa ser o “amigão” do profissional da sua equipe, mas sim uma pessoa que os outros vejam como confiável, sensato e justo. É conseguir encontrar o equilíbrio entre o respeito profissional e o cuidado pessoal. Para que isso aconteça, é necessário transparência, abertura de diálogo, tato para lidar com crises e oferecer as ferramentas necessárias para desenvolver as ações. Estas pequenas coisas criam um ambiente estável, onde as pessoas se sentem seguras e motivadas a darem o seu melhor.

Fontes: Harvard Business Review Brasil / LinkedIn Business

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