Cultura inclusiva para mães: 7 ações para adotar na empresa

cultura inclusiva

Você sabe o que é uma cultura inclusiva no ambiente de trabalho? De uma maneira geral, são os esforços e as ações que uma empresa coloca em prática para que todos os colaboradores sejam tratados com respeito e acolhimento.

Essas práticas são voltadas para promover igualdade de cor, raça, sexo, orientação sexual e a inclusão de pessoas com deficiência.

Nos dias de hoje isso é mais do que necessário — é obrigatório que todos sejam tratados assim. Mas, muitas vezes, as mães são esquecidas de serem inseridas nessas ações, e, ainda hoje, profissionais que têm filhos lidam com bastante preconceito.

Por esse motivo, neste post, listamos 7 ações que a sua empresa pode adotar para que essas profissionais sejam acolhidas. Confira!

1. Crie conteúdos educativos

Uma das maneiras mais práticas de inserir a cultura inclusiva e levantar a discussão sobre diversidade e inclusão dentro de uma empresa é mostrar tanto para os colaboradores quanto para o mercado empresarial em si que a instituição tem esses assuntos fixados na sua missão e nos seus valores.

Entre as estratégias mais interessantes para colocar essa conversa em prática e atingir o objetivo está a produção de conteúdos educativos, como palestras, eventos, treinamentos, cartilhas, campanhas de conscientização nas redes sociais e na comunicação interna, além de vídeos sobre os temas.

Ao fazer isso, profissionais de diversos perfis começarão a se sentir atraídos pela marca da empresa e passarão a querer fazer parte dela.

2. Inclua o tema maternidade no dia a dia

Mesmo nos dias de hoje ainda existe uma concepção bastante equivocada sobre o desempenho das mães em qualquer ambiente de trabalho. Essa pode ser uma ótima oportunidade para a empresa criar momentos educativos tanto para os colaboradores quanto para os líderes, a fim de conscientizar a todos sobre esse tema.

Uma boa estratégia é convidar algumas mães para contar quais são os seus maiores desafios e compartilhar as suas superações com todos da instituição.

O objetivo desses encontros pode ser trazer mais visibilidade para a rotina no trabalho de mulheres com filhos e para desmistificar — de uma vez por todas — a visão deturpada e ultrapassada de que elas não conseguem ser produtivas.

3. Ofereça um espaço de acolhimento para mães

Pense na seguinte situação: na sua empresa existe uma colaboradora é mãe de primeira viagem, cheia de dúvidas, e outra funcionária que já trabalha lá há muito mais tempo, é mãe e tem muita experiência para compartilhar. Essa é uma grande oportunidade para a troca de experiências.

Os grupos de apoio podem ser uma ótima solução para que as mães possam se sentir mais acolhidas dentro do ambiente corporativo. O profissional de RH pode propor para a gerência a criação de alguns grupos para o compartilhamento de experiências entre as mães que tiverem interesse em se ajudar. Isso pode ser feito por meio de um grupo no WhatsApp — ou similar — e até por palestras.

Outra ideia é preparar um time de profissionais mais experientes para agir como uma espécie de rede de acolhimento para as colaboradoras que são mães. O foco com esse grupo é oferecer um caminho livre para haver comunicação — que lide com as dúvidas, sugestões — e, até mesmo, criar um canal de denúncia para possíveis casos de assédio moral.

CTA 5NV 04 1

4. Aposte na personalização

Uma maneira de adotar uma cultura inclusiva para as mães é personalizar o espaço físico da empresa, a fim de que as crianças possam acompanhá-las. É claro que isso não significa que elas ficarão ao lado da mãe o dia todo, mas, sim, que a instituição oferecerá um espaço profissional — e adequado — para tanto.

Para que isso se torne viável, os gerentes podem adaptar salas sem uso para que se tornem um espaço kids. Também é possível criar parcerias com babás ou educadoras que sejam disponibilizadas em tempo integral ou mesmo contratadas de acordo com a necessidade dos pais.

Aqui, vale lembrar que a empresa é um ambiente de trabalho e que, por isso, é preciso de um planejamento para que a criança seja cuidada por todo o dia útil. Isso porque ela não pode simplesmente sair do espaço reservado e ir buscar ajuda ou pedir a atenção da mãe por ter ficado entediada.

5. Possibilite horários flexíveis

Quando uma mulher passa pelo retorno da licença-maternidade, o momento costuma vir acompanhado de muita insegurança. Isso porque, afinal de contas, ela quer desenvolver o bom trabalho de sempre, mas fica preocupada com o bebê em casa ao mesmo tempo — o que pode ter um efeito negativo na saúde mental dessa profissional.

Para amenizar esse problema que afeta a maioria das mães, uma solução é a empresa adotar horários flexíveis. Tal mudança permite que a mãe possa levar o bebê para a creche, o acompanhe ao médico ou, até mesmo, tenha um tempo a mais para amamentá-lo sem que isso a prejudique no trabalho.

6. Ofereça convênio creche

Outra maneira interessante de implementar uma cultura mais inclusiva para as mães em prática é avaliar a possibilidade de fechar convênios com as creches situadas próximas da empresa. Assim, as colaboradoras poderão se deslocar com mais rapidez até o local em alguma emergência ou mesmo no horário de almoço, para checar como a criança está.

Muitos lugares já oferecem um auxílio financeiro para custear a creche e pagam uma parte dessa despesa ou a sua integralidade até uma determinada idade. Esse gesto permite que as mães fiquem mais tranquilas em relação às finanças e um pouco mais perto de seus filhos — o que evita que elas sofram com estresse ou ansiedade de separação.

7. Autorize a modalidade home office

O home office é uma alternativa de trabalho que se tornou bastante eficaz nos últimos anos — e extremamente necessário — durante a pandemia. Mesmo com o fim da emergência sanitária e o início da flexibilização, muitas empresas decidiram manter esse modelo para conter despesas e melhorar a qualidade de vida do trabalhador.

Ainda que o trabalho presencial acabe sendo primordial para alguns tipos de negócios, é interessante considerar o modelo remoto — ou, pelo menos, o trabalho híbrido — para cargos que não exijam o comparecimento na empresa como uma ação de inclusão para as mães.

Como resultado, essas colaboradoras ficam mais tranquilas, conseguem manter a produtividade e têm mais liberdade para tomar decisões relacionadas ao bem-estar e à saúde da criança.

Como você viu, é extremamente importante pensar em soluções para oferecer uma cultura inclusiva dentro da empresa, e o RH tem um papel essencial nessa tarefa, já que ele é o setor responsável por fazer a gestão de pessoas e intermediar a comunicação entre elas.

Caso essas ações não sejam adotadas, a empresa corre o risco de ser malvista e ultrapassada pelo mercado, além de afetar a qualidade de vida dos profissionais que perderão o interesse em trabalhar nela.

Se você gostou do conteúdo deste texto, aproveite a oportunidade e curta a nossa página no Facebook. Assim, poderá receber conteúdo novo diretamente no seu feed de notícias sempre que postarmos!

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on tumblr
Share on skype
Share on telegram
Share on whatsapp