Síndrome do impostor: confira o guia completo sobre o assunto

síndrome do impostor

Muitos profissionais extremamente qualificados duvidam frequentemente da própria capacidade e não se sentem bons o suficiente para lidar com a rotina do trabalho — muito menos com uma promoção. Essa condição é conhecida como síndrome do impostor, que faz com que a pessoa não consiga reconhecer suas capacidades e se sinta uma fraude. Você já ouviu falar dela?

Ela pode acometer tanto homens quanto mulheres em qualquer idade que não conseguem compreender os seus próprios méritos por entregar bons resultados, mesmo que todos do time estejam cientes disso. Por esse motivo, é importante saber como identificar essa condição para ajudar quem sofre com o problema. Acompanhe as principais informações sobre o assunto neste texto!

1. O que é síndrome do impostor?

A síndrome do impostor é, basicamente, um fenômeno mais voltado para o âmbito profissional, mesmo que não tenha ligação direta com um perfil comportamental específico. Nela, a pessoa passa por sensações distintas e toma atitudes que são baseadas em uma crença de não ser boa o suficiente no que faz, de que não é responsável por suas próprias conquistas ou fica com um sentimento constante de não pertencimento.

Esse transtorno foi estudado e descrito pela primeira vez no ano de 1978 pelas psicólogas estadunidenses Suzanne Imes e Pauline Rose Clance. O foco do estudo era entender como — e por quais motivos — profissionais bem-sucedidos, principalmente mulheres, se sentiam como impostoras ou fraudes.

Aqui, é importante frisar que não se trata de uma doença ou algo parecido. No entanto, é um aspecto da vida psíquica e social de muitas pessoas que pode levar a ações com impactos negativos e até mesmo paralisar por completo o desenvolvimento profissional e pessoal.

Não existe um consenso sobre a origem dessa síndrome. Existem algumas pesquisas, porém, que a atribuem à dinâmica familiar desde a infância, geralmente a contexto de cobranças excessivas por parte dos pais ou dos adultos cuidadores ou muitas críticas com relação às falhas dessas crianças.

Além disso, a síndrome do impostor também pode estar ligada diretamente a sintomas clínicos. Os mais comuns são a ansiedade generalizada, a baixa autoestima, depressão e diversos outros transtornos que podem contribuir para que ela apareça.

Tipos de impostores

Segundo a pesquisadora Valerie Young que escreveu o livro “Os pensamentos secretos das mulheres de sucesso”, existem 5 tipos diferentes de impostores. Confira, a seguir, cada um deles.

Perfeccionista

O perfeccionista experimenta níveis altos de preocupação, ansiedade e dúvida. Tem expectativas tão altas sobre ele próprio que o foco da sua atenção nunca está nas conquistas em si, mas no que poderia ter feito melhor e em pequenos erros cometidos. Na verdade, a insatisfação leva essa pessoa a se sentir um fracasso.

Super-herói

O tipo de impostor super-herói é caracterizado pelo esforço extremo. São os famosos workaholics e vivem em função de ter sucesso em todas as áreas da vida. Esse movimento, porém, pode levar ao esgotamento. Pessoas assim têm o bem-estar físico e mental afetados, assim como as relações com os outros — principalmente os mais próximos, como familiares e colegas de trabalho.

Solista

Esse impostor é aquele tipo de pessoa que faz de tudo para não precisar pedir ajuda. Ele prefere trabalhar sozinho porque tem medo de ser taxado como incompetente. Nos casos em que finalmente consegue abrir espaço para receber qualquer tipo de ajuda, o sentimento de fraude aparece fortemente.

Especialista

O tipo especialista tem atitudes bastante desmedidas em relação a assuntos como conhecimento. As capacitações nunca são o bastante para que ele se sinta mais confiante e essa busca incessante por informações chega a ser tão excessiva que atrapalha e compromete a conclusão de projetos e até tarefas mais simples.

Gênio

Os impostores do tipo gênio estão acostumados a adquirir habilidades e desenvolver competências de uma maneira muito rápida e fácil. Quando isso não acontece de primeira, é comum que essas pessoas se sintam envergonhadas e passem a duvidar de si mesmas ainda mais.

2. Quais as causas?

De uma maneira mais abrangente, as cobranças familiares feitas desde a infância são uma das possíveis causas para que a síndrome do impostor tenha início no profissional. Isso acontece porque os pais que exigem que os filhos tenham desempenhos excelentes geralmente são extremamente críticos em relação às suas falhas.

Isso, por si só, já contribui para que a pessoa desenvolva um sentimento de falta de confiança e desvalorização das próprias capacidades. Então, quando chega à fase adulta, carrega o sentimento de inadequação constante mesmo quando recebem elogios e reconhecimento no trabalho. Esses sentimentos, aliás, podem evoluir para outros transtornos ainda mais sérios.

3. Quais os sinais mais característicos?

Existem alguns sinais que são mais característicos dessa síndrome que atrapalha tanto o desempenho dos profissionais. A seguir, listamos alguns deles.

Procrastinação

Um dos principais sinais de quem convive com esse problema é a procrastinação. Nesse caso específico, ela surge a partir da insegurança do profissional sobre as tarefas que precisa realizar. Esse perfeccionismo faz com que a pessoa passe a ter medo de que o seu trabalho seja criticado por outras pessoas e, consequentemente, tenha um resultado não satisfatório.

Como resultado, esses profissionais costumam deixar compromissos para a última hora ou mesmo adiar as tarefas mais importantes. Quando precisam cumprir determinadas obrigações, é comum que levem o máximo de tempo para evitar serem avaliados ou criticados por conta de suas atividades.

Autossabotagem

Quem sofre da síndrome do impostor passa a visualizar o fracasso como uma situação inevitável. Somado às altas cargas de ansiedade causadas pelo transtorno, isso faz com que o profissional passe a arruinar as próprias conquistas por conta do modo que age diante das tarefas.

Além disso, criam certos mecanismos para fugir de determinadas experiências — principalmente aquelas que não se sentem confiantes e seguras para desempenhar um bom papel. O resultado é a perda cada vez mais frequente de boas oportunidades e um arrependimento cada vez maior.

Esforço exagerado

Por ter a necessidade de justificar as suas conquistas o tempo todo, o profissional com esse transtorno se esforça o tempo todo de maneira excessiva na busca por apresentar resultados com alta qualidade. Em muitos casos, acredita que precisa atingir a perfeição.

Isso acontece porque, na verdade, ela constantemente se sente inferior aos colegas e desconfia de si mesma o tempo todo. O resultado desse tipo de pensamento é baixa na produtividade e maiores chances de desenvolver ansiedade pelo fato de estar sempre alerta em relação aos resultados que apresenta.

Medo da exposição

Um dos sintomas mais frequentes nessa síndrome é o medo de ser visto, de se expor. Por isso, quem sofre com ela tem muito receio de ser avaliado ou julgado. Como resultado, a pessoa é discreta, não divide as inquietações e busca não aparecer ou se destacar. Além disso, quando alguém a elogia ou a possibilidade de uma promoção aparece, tem grande dificuldade em acreditar ou aceitar.

Ingratidão

Geralmente as pessoas com essa condição têm bastante dificuldade em aceitar que os outros apontem boas características nelas pelo fato de não acreditarem serem boas naquilo que fazem. Dessa forma, sempre negam os elogios recebidos e costumam contrapor e discordar das pessoas em relação a esses assuntos o tempo todo. O resultado disso é que se torna cada vez mais difícil apreciar qualquer reconhecimento recebido.

Comparação

A comparação é considerada como o principal sinal de quem sofre com a síndrome do impostor. Isso porque é quase uma regra que essas pessoas só consigam enxergar as boas características nos colegas e jamais nelas próprias.

Essa característica as coloca em uma corrida sem fim na direção de um ideal de perfeição inalcançável que, na verdade, não condiz com a realidade de ninguém — nem delas próprias, muito menos dos outros profissionais. Aliás, basta que uma pequena análise seja levantada para que quem sofre com a síndrome comece a relacionar pontos da sua vida com os das outras.

4. Como identificar?

Para identificar se uma pessoa sofre com a síndrome do impostor, mais importante do que realizar testes psicológicos é ter empatia no momento da análise do comportamento em questão. Os principais sinais que podem ser demonstrados incluem:

  • a identificação de um sentimento de não pertencimento ou não merecimento;
  • o desconforto diante de um elogio que não era esperado;
  • um sentimento de inadequação diante dos outros colegas de trabalho que desempenham a mesma função;
  • o nervosismo excessivo perante a entrega de um grande projeto ou uma apresentação;
  • a crítica negativa excessiva sobre o seu trabalho de uma maneira geral;
  • algumas atitudes que podem ser classificadas como autossabotagem que prejudicam qualquer chance de sucesso.

É preciso pontuar que esses são apenas alguns dos principais sinais de que alguém pode estar enfrentando essa síndrome. Sendo assim, é importante ressaltar que os sintomas podem ser mais abrangentes e, por isso, é preciso avaliar cada caso de maneira individual.

5. Como a síndrome do impostor impacta a sua carreira?

Existem diversas maneiras em que esse problema pode impactar o plano de carreira de um profissional de maneira direta. A seguir, listamos as principais delas.

Perda de oportunidades

Um dos maiores impactos dessa síndrome em quem é acometido por ela é a perda de diversas oportunidades. Muitas pessoas passam a fugir de situações como desafios, posições de liderança e aumento de responsabilidades por medo de ficarem em evidência e não conseguirem alcançar as expectativas que foram depositadas em cima delas.

Um estranho medo de ser desmascarado e ter a incompetência exposta faz com que o profissional fique paralisado. Na cabeça dele, a única alternativa possível nesses casos é abrir mão desse tipo de oportunidade.

Produtividade comprometida

Quando acometido pela síndrome do impostor, o profissional passa a ter grande dificuldade de organizar as suas próprias tarefas. Isso acontece porque produtividade não tem relação direta com fazer muitas coisas, mas sim realizar várias tarefas em menos tempo com mais qualidade.

O acúmulo de tarefas, no entanto, impede que o que precisa ser feito seja realizado da maneira correta. Com isso, a situação se torna uma grande bola de neve e os resultados passam a ser cada vez piores.

headhunting

Sobrecarga

Quem sofre com essa síndrome tem grande dificuldade em dizer não no trabalho. Isso acontece porque essa pessoa pensa que precisa fazer sempre mais e mais para que a sua tal incapacidade não seja exposta para os colegas e superiores.

O resultado disso é uma sobrecarga de trabalho, já que as prioridades passam a ser desconsideradas no momento em que o profissional se disponibiliza para fazer tudo o que os outros colegas pedem. Geralmente, ele aceita ajudar mesmo sem ter tempo suficiente para realizar todas as tarefas.

Esgotamento mental

Existem alguns casos em que a síndrome do impostor pode evoluir para um quadro ainda mais preocupante e grave. Não acontece em todos os casos, mas infelizmente pode acometer algumas pessoas.

Quando não são identificados e tratados da forma correta, todos os sinais que mencionamos anteriormente podem levar a pessoa a um esgotamento mental — também conhecido como burnout. Outro impacto negativo que pode acontecer é a depressão, o que fará com que o profissional precise ser afastado de todas as suas atividades para se tratar.

Insatisfação de maneira constante

Essa síndrome impede que o profissional celebre as pequenas conquistas — como aquela tarefa que foi finalizada dentro do prazo estipulado. Ela sempre deixa uma sensação de que o resultado poderia ter sido muito melhor ou de que a pessoa poderia ter se dedicado muito mais.

Ou seja, o que acontece é que não existe mais a capacidade crítica de avaliar a necessidade real de ajustes ou se o resultado já está satisfatório. Como o profissional só o enxergará como negativo, vai continuar com uma sensação de insatisfação constante.

6. Como evitar ou combater o problema?

Agora que você já conhece as possíveis causas que desencadeiam a síndrome do impostor, precisa entender como evitar ou até mesmo combater esse problema. Confira a seguir algumas possíveis soluções.

Evite comparações desnecessárias

Você pode — e até deve — ter várias inspirações para incentivá-lo a se tornar um profissional competente e uma pessoa melhor, independentemente se elas forem próximas ou nem tanto. Se comparar a essas pessoas, no entanto, deve ser evitado.

Isso porque você, seu vizinho ou o seu colega de trabalho, por exemplo, têm origens, jornadas e personalidades distintas. Então, não existe nenhuma maneira de fazer uma comparação justa nessas condições. É praticamente impossível.

Cada pessoa tem as suas próprias competências e qualidades, sendo assim não faz nenhum sentido se sentir mal ao perceber que você não tem o mesmo que os demais. Ao invés disso, é mais benéfico focar no que você já tem, agradecer e se concentrar no que quer conquistar — mas sem comparações.

Compartilhe suas angústias e preocupações

Compartilhar as suas preocupações e angústias com as outras pessoas pode ser uma boa maneira de combater a síndrome do impostor. Os familiares e amigos íntimos, assim como cônjuges, colegas de trabalho de confiança e até mesmo psicólogos são ótimos para oferecer apoio nesses momentos.

Pessoas com mais experiência que você também podem compartilhar valiosos insights, assim como assegurar de que essa sensação é muito normal. Ao saber que outros já estiveram na mesma posição que você, a experiência se torna um pouco menos assustadora.

Tenha um mentor

Tente encontrar um conselheiro ou mentor para guiar você na sua jornada profissional. Essa pessoa pode ajudar no desenvolvimento de habilidades, a trabalhar os seus pontos fracos e conseguirá tranquilizar várias das suas inseguranças.

Além disso, os conselhos de uma pessoa vista como um mentor tendem a ser aceitos com muito mais facilidade. Isso porque eles não vêm de um competidor — o que nos dá muito mais segurança no momento de aceitá-los.

Celebre as suas conquistas

Uma das maneiras mais simples de evitar ou até mesmo combater a síndrome do impostor é celebrar as suas conquistas. Todo profissional merece ter um momento de comemoração depois de tanto trabalho duro e dedicação — e você também! Mesmo que seja pequena, se parabenize por ter conseguido chegar até ela.

Da mesma maneira, saiba aceitar reconhecimento, elogios e palavras de admiração sem pensar duas vezes. Se você começar a pensar muito sobre eles, pode incentivar os pensamentos autossabotadores. Então, o melhor a fazer é aceitá-los e focar no próximo desafio.

Trabalhe o autoconhecimento

Um dos principais pontos — e que merece bastante atenção — para evitar o problema é o autoconhecimento. Isso porque qualquer pessoa que sofre com essa síndrome costuma acreditar que não é digna ou boa o bastante para merecer o reconhecimento que merece.

Dessa forma, por meio do autoconhecimento é possível traçar os pontos fortes e os fracos da personalidade e do profissionalismo. Com ele, qualquer pessoa também pode conhecer mais a fundo as suas habilidades e capacidades. Sendo assim, ele se torna essencial para que os colaboradores possam ter uma boa saúde mental no ambiente de trabalho.

7. Quando buscar ajuda profissional?

A síndrome do impostor pode se desenvolver de diversas maneiras e com intensidades diferentes de pessoa para pessoa. Por esse motivo, o mais indicado é buscar a ajuda de um profissional para receber um diagnóstico e definir o ritmo com o qual o acompanhamento acontecerá.

Além disso, é importante estar sempre atento aos próprios sintomas, como os mencionados acima. Essa síndrome é perigosa e pode evoluir para um quadro de estresse crônico facilmente — e, por isso, é preciso entender que ela não precisa ser superada sem o auxílio correto.

Nesses casos, um psicólogo pode ajudar na compreensão do histórico pessoal do paciente e a examinar como a síndrome em si tem sido refletida no seu comportamento. Com um bom acompanhamento, é possível encontrar qual é a solução mais adequada para acabar com o problema.

8. Como o gestor pode ajudar?

O papel do gestor nesses casos se desdobra em duas partes: ajudar tanto quem sofre com a síndrome do impostor quanto o restante do time dessa pessoa. Aqui, é preciso entender que não existe nenhum tipo de receita infalível. O que pode ser feito é a implementação de formas de combater esse tipo de pensamento com incentivo, muita conscientização e ações de engajamento para manter os colaboradores saudáveis.

Sendo assim, uma gestão humanizada passa a ser fundamental no combate dessa síndrome, já que podem adotar medidas efetivas para assegurar que ela seja tratada — assim como qualquer outra dentro da empresa. Entre algumas iniciativas que podem ser implantadas, estão:

  • o uso de ferramentas digitais para motivar e inspirar os colaboradores;
  • um sistema de reconhecimento que pode ser oferecido individualmente e por equipes;
  • a igualdade de salários entre homens e mulheres que desempenhem o mesmo cargo;
  • o acompanhamento psicológico constante para os membros dos times de funcionários;
  • os programas de mentoria e coaching.

Além dos exemplos citados acima, os líderes precisam acompanhar as equipes de perto junto ao RH e implantar algumas soluções da psicologia organizacional para garantir o bem-estar psicológico e físico dos colaboradores e oferecer ajuda sempre que um deles precisar. Para isso, as ações a seguir podem passar a fazer parte da rotina de trabalho na empresa.

Evitar comparações

Como dito anteriormente, o fato de comparar um colaborador com qualquer outro é uma prática injusta, visto que cada um deles tem vivências diferentes, um histórico familiar único e habilidades e competências que foram adquiridas ao longo dos anos. Sendo assim, é uma prática que deve ser evitada pelos gestores.

Ao invés disso, uma boa estratégia é adotar qualificações e programas de treinamento e incentivo. Dessa forma, é possível aumentar a autoestima do time de colaboradores ao mesmo tempo em que a produtividade é melhorada.

Incentivar constantemente

Um ponto bastante importante para evitar qualquer tipo de desenvolvimento de transtornos psicológicos é incentivar os funcionários. Essa prática, porém, pode ser um pouco trabalhosa de ser implantada.

Isso porque existem aqueles profissionais que se sentem entusiasmados apenas com palavras ao mesmo tempo em que algumas pessoas só chegam nesse patamar por meio de ações ou de um feedback mais aprofundado. De qualquer forma, os gestores precisam estimular a equipe para que sempre exista uma comunicação aberta com o intuito de que se sintam à vontade para compartilhar suas aflições e sentimentos.

Evitar qualquer tipo de pressão

Quem sofre com essa síndrome tem dificuldade de realizar as tarefas e, às vezes, basta apenas uma pergunta para que se sintam pressionados. Sendo assim, o líder precisa evitar pressionar, mas quando for necessário lembrar o profissional de algo que precisa ser feito, uma boa ideia é perguntar de maneira esporádica durante uma conversa qualquer.

Identificar sinais

Uma das principais maneiras de ajudar o time de colaboradores é observar o comportamento deles e saber identificar aqueles que podem estar sofrendo com essa ou com qualquer outra síndrome. É comum, porém, que quem esteja com esse problema permaneça em silêncio para não ser identificado como uma fraude.

Cabe aos líderes, então, identificar esse tipo de situação. Assim, será possível proporcionar mais qualidade de vida para o profissional e, caso seja necessário, iniciar o tipo de tratamento que for mais adequado para ele.

A síndrome do impostor é um problema que afeta diversos profissionais em muitas áreas da vida, não só ao que é relacionado ao trabalho. Esse problema, porém, pode ser contornado se as medidas corretas forem tomadas e o tratamento com um profissional for incentivado.

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